A linha condutora é a resposta emocional de quatro músicos improvisadores (guitarra eléctrica, saxofone soprano, baixo e bateria) ao estímulo visual de quadros (slides projectados em tela) de vários artistas plásticos portugueses contemporâneos. É convidado um pintor que, inspirando-se na música executada, improvisa ao vivo um quadro que servirá de inspiração ao último tema musical do espectáculo. Como molas criativas são usadas composições originais (sob a forma de módulos).
Tendo como objectivo artístico uma proposta aberta à redescoberta por parte do público de diversos códigos criativos, este é encorajado a participar pintando colectivamente e interagindo dessa forma com os músicos.
Em cada espectáculo são definidas estratégias de envolvimento do público adaptadas à realidade local.
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